Comunidade Acadêmica debate Desinformação e Letramento Racial no VI Simpósio PRAGENTEFORTE
18 de maio de 2026 - 13:58
Entre os dias 12 e 13 de maio, a Faculdade de Filosofia Dom Aureliano Matos (FAFIDAM/UECE), em Limoeiro do Norte, sediou o VI Simpósio PRAGENTEFORTE (Práticas de Letramento, Gêneros Textuais e Formação Tecnológica do Professor). Com o tema “Desigualdade social, exclusão digital e o papel da universidade”, o evento ofereceu uma programação diversificada, composta por palestras, mesas-redondas, sessões de comunicação oral, minicursos e atividades culturais.
As atividades iniciaram na tarde da terça-feira com sessões de comunicação oral divididas em quatro áreas temáticas, Estudos em Linguística e Linguística Aplicada; Estudos em Literaturas (brasileira, portuguesa, afrobrasileira, cearense etc.); Estudos em Ensino de Línguas (materna e estrangeiras) e Áreas interdisciplinares.
A abertura ocorreu na noite de terça-feira, no auditório da Fafidam, com a palestra mediada pela Profa. Dra. Ana Maria Pereira Lima, professora do curso de Letras (FAFIDAM) com o tema intitulado “As implicações da desinformação na sociedade contemporânea”, a palestra se mostrou de extrema relevância para a comunidade acadêmica, e foi ministrada pelo Prof. Dr. Antônio Heleno Ribeiro Santiago, ex -aluno do curso Letras/Inglês da (Fafidam) e doutor em Linguística pela Universidade Federal do Ceará (UFC).
Na manhã do dia 13 de maio, a sala de multimídia recebeu a mesa-redonda “Digitalidade, Inclusão e Ética”. O debate contou com a mediação da Profa. Dra. Ana Maria Pereira Lima e a participação dos convidados Profa. Dra. Kátia Cristina Cavalcante de Oliveira (UECE/Fafidam), Prof. Dr. José Marcos Rosendo de Souza (UECE/Fafidam) e o Prof. Dr. Benedito Francisco Alves, diretor da EEFM Egídia Cavalcante Chagas, de Morada Nova.
No período da tarde, a programação seguiu com a oferta de minicursos temáticos:
Palavras de liberdade: letramento racial e literatura: discutiu o conceito e a relevância do letramento racial nos estudos literários, tomando como base a obra Quarto de Despejo, de Carolina Maria de Jesus.
IA generativa: entre o colonialismo de dados e a soberania digital: analisou o colonialismo digital como o atual estágio do capitalismo, demonstrando que a tecnologia não é neutra e pode mascarar relações de classe, raça e exploração.
Sinais básicos da Língua Brasileira de Sinais (Libras): como marco da luta por acessibilidade e inclusão, introduziu, de forma teórica e prática, fundamentos da Libras.

O VI Simpósio PRAGENTEFORTE encerrou-se consolidando grandes contribuições para o desenvolvimento do pensamento crítico de todos os membros da instituição.