INTRODUÇÃO: O uso da Inteligência Artificial (IA) na saúde tem promovido mudanças na prática clínica, mas gera preocupações éticas sobre a preservação da empatia e do pensamento crítico dos profissionais. No contexto da enfermagem à pessoa idosa, embora a IA otimize decisões e prognósticos, ela deve atuar apenas como um suporte analítico que não marginalize o elemento humano e a dignidade do cuidado. Este estudo objetiva descrever o cuidado à pessoa idosa na era da IA.MÉTODO: Trata-se de uma revisão narrativa, no qual foi realizado um levantamento de dados bibliográficos por meio do Portal Periódicos CAPES. RESULTADOS E DISCUSSÃO: Dos 16 estudos identificados, seis foram incluídos para analisar o uso da IA no cuidado ao idoso. A literatura demonstra que essa tecnologia auxilia nas atividades cotidianas, monitora comportamentos e emite alertas de segurança doméstica, atuando como um suporte à eficiência na assistência à pessoa idosa. CONCLUSÃO: De modo geral, a IA otimiza a segurança e o suporte ao idoso, mas deve atuar apenas como ferramenta auxiliar, preservando o julgamento crítico e a essência do cuidado humanizado