USO DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL NO SUPORTE ONCOGERIÁTRICO: LIMITAÇÕES E PERSPECTIVAS FUTURAS

RENATO RIBEIRO DE OLIVEIRA

Co-autores: TATIANA FONTINELE DA SILVA, REGINA MARIA MOTA ARRAIS, MARDÊNIA GOMES VASCONCELOS PITOMBEIRA e MARIA CÉLIA DE FREITAS
Tipo de Apresentação: Oral

Resumo

 

INTRODUÇÃO: o adoecimento oncológico representa um dos principais desafios de saúde pública no mundo. No Brasil, estima-se para o triênio 2026-2028 a ocorrência de aproximadamente 781 mil novos casos, sendo o envelhecimento um importante fator de risco. Diante disso, a detecção precoce e precisa, associada a estratégias terapêuticas personalizadas, tornam-se fundamentais para melhorar as taxas de sobrevida e a qualidade de vida dos pacientes idosos. Nesse cenário, a inteligência artificial tem se destacado como uma ferramenta com potencial para transformar o cuidado oncogeriátrico. Assim, este estudo tem como objetivo descrever o uso da inteligência artificial no suporte oncogeriátrico, abordando suas limitações e perspectivas futuras. MÉTODO: trata-se de uma revisão narrativa, que busca responder a seguinte questão de pesquisa: "Qual o uso da inteligência artificial no suporte oncogeriátrico, suas limitações e perspectivas futuras?". RESULTADOS E DISCUSSÃO: oito estudos foram incluídos e apontam os benefícios da IA especialmente na avaliação e classificação de imagens médicas para identificação do câncer, possibilitando maior precisão diagnóstica, métodos menos invasivos e ampliação do acesso ao cuidado. CONCLUSÃO: a inteligência artificial não substituirá a atuação clínica dos profissionais, mas atuará como ferramenta complementar, fortalecendo a tomada de decisão e o manejo do paciente oncogeriátrico.