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Biossensor para diagnóstico rápido de doenças é resultado de tese de doutorado
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Qui, 18 de Maio de 2017 11:24

 

A plataforma identifica diversas enfermidades em pouco tempo e com baixo custo. Estudo recebeu apoio do Governo do Estado.

O desenvolvimento de um biossensor que promete revolucionar o diagnóstico de doenças foi o resultado da tese de doutorado do pesquisador Luiz Eduardo Tavares, defendida na Universidade Estadual do Ceará (Uece), na última sexta-feira (12/5). O estudo é fruto de um trabalho iniciado na startup Táquion Inovação e do participante do programa Renorbio - Rede Nordeste de Biotecnologia, coordenado pela Uece.

 

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A tecnologia desenvolvida identifica várias doenças em pouco tempo e com baixo custo. Enfermidades como Zika, dengue, hepatites B e C, infarto precoce e marcadores tumorais são detectadas pelo aparelho.

 

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Eduardo Tavares, que é  mestre em administração, desenvolveu um modelo que agrega bionegócios e biotecnologia em saúde. Para a criação do aparelho, técnicas como desing thinking e até massa de modelar foram utilizadas para o desenvolvimento dos primeiros protótipos.

Apoio do Governo do Estado

A pesquisa de Eduardo Tavares recebeu cerca de R$ 90 mil em forma de subvenção econômica pelo programa InovaFIT, da Fundação Cearense de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico (Funcap).

O estudo também ganhou o 1º lugar na categoria Saúde, Biotecnologia, Química e Agronegócios no programa InovAtiva Brasil, promovido pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) com apoio da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Educação Superior do Ceará (Secitece).

De acordo com o pesquisador, o projeto entra agora na fase de testes em laboratório e início dos contatos com investidores. Segundo Eduardo, o estudo já é um dos selecionados pelo InovaFIT 2 para receber novos recursos.

Participaram da banca examinadora os professores José Osvaldo Beserra Carioca, Izabel Guedes, Glendo de Freitas Guimarães e Sthefen Benjamin. O trabalho esteve sob a orientação do professor José Ferreira Nunes.

Fonte: Secitece