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Professora da Saúde explora a interação na sala de aula



Educação teórica e prática caminham juntas, mas unir as duas em um mesmo espaço de aula exige preparo e uma boa dose de criatividade do professor. Ao mesmo tempo em que oferece desafios e oportunidades, o ambiente acadêmico pode tornar-se um complicador ao aprendizado, quando não utilizado de modo eficaz.

Em uma era em que todos estão cada vez mais conectados com a informação, torna-se desafiador para professores e coordenadores de cursos, repensar metodologias inovadoras capazes de manter a atenção dos estudantes.




Com essa crescente necessidade na sala de aula, associada a realidade que hoje vivemos no Ceará com casos de Doenças Transmissíveis por Vetores, como é o caso da dengue, zica e chikungunya, transmitidas pelo Aedes aegypti, a professora do curso de Agente Comunitário de Saúde do Pronatec/Funece, Janaína Lisbôa, resolveu não somente expor a aula, mas também fazer com que seus alunos interagissem para melhor assimilação e aprendizado.




A docente levou para a sala vetores vivos, em suas várias fases de desenvolvimento, tornando a aula mais atraente e com melhores índices de aprendizagem.

"O primeiro passo é pensar na interação. Não é possível aprender algo novo apenas olhando para o professor em frente a uma lousa. Quando falamos em interação queremos dizer que os alunos devem dialogar entre eles. Por essa razão, a sala de aula ainda é muito importante. Prática e ambiente escolar precisam trabalhar juntos", explica Janaína Lisbôa.




Como ouvimos desde criança, lavar bem as mãos pode evitar inúmeras doenças, então, outra técnica também aplicada na sala de aula foi por meio da utilização de tinta guache para enfatizar o conhecimento da técnica de assepsia das mãos e observar os locais que não são higienizados corretamente.




De acordo com a professora do curso, as técnicas utilizadas, em conjunto a abordagem mais detalhada acerca das doenças, é algo extremamente importante para que os alunos se apropriem do conhecimento e de seu papel não somente como multiplicadores educativos no combate ao mosquito, mas também como colaboradores no enfrentamento dos desafios impostos à saúde pública no Brasil.