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Normas para Publicação

 

 

1.  Os artigos devem ser enviados exclusivamente por meio eletrônico para

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2.Devem estar digitados em arquivo .doc ou .rtf, página tamanho A4, digitado em espaço 1,5, fonte Times New Roman, tamanho 12 para o corpo do texto, 11 para as citações de mais de  três linhas e 10 para as notas de rodapé (UTILIZAR OS RECURSOS DO PRÓPRIO WORD). As entradas dos parágrafos devem ser automáticas e estarem tabuladas em 1,25 cm. Na dúvida quanto aos espaços, margens, citações, etc., a serem  empregados, deve-se consultar as normas da ABNT.


3. Os artigos não devem exceder 20 páginas e devem incluir na primeira página um RESUMO INDICATIVO (NBR 6028  - ABNT), com no máximo 100 palavras e cinco  PALAVRAS-CHAVE, separadas entre si por ponto e finalizadas também por ponto, no idioma do texto. Além disso, deve-se incluir um ABSTRACT e KEY-WORDS com as mesmas formatações.


4. Deve-se incluir uma pequena apresentação do autor e de sua área de atuação e seus vínculos institucionais, bem como de seus projetos atuais.

 

5. Para autores clássicos de filosofia, as referências devem ser dadas, em rodapé ou no corpo do texto, segundo o correspondente padrão acadêmico estabelecido. Abaixo, oferecemos alguns casos de autores e obras, com devidos exemplos:


- A referência Diels-Kranz (DK) para os autores pré-socráticos. P. ex., para o fragmento  7, linhas 1-2, de Parmênides (que constitui o capítulo 28 B da edição Diels e Kranz):

“Não, impossível que isso prevaleça, ser (o) não ente;
Tu porém desta via de inquérito afasta o pensamento” (DK 28 B 7:1-2).

- A paginação Stephanus  para os textos de Platão, que se origina da edição bilingue (latim-grego) de 1578 dos diálogos platônicos, organizada por Henricus Stephanus. P. ex., para a seguinte passagem da República, citada em destaque e, por hipótese, indicada em rodapé:

Logo, a boa qualidade do discurso, da harmonia, da graça e do ritmo depende da qualidade do caráter, não daquele a que, sendo debilidade de espírito, chamamos familiarmente ingenuidade, mas da inteligência que verdadeiramente modela o caráter na bondade e na beleza.(4)

_____
(4) Rep., 400d-e.

- A paginação Immanuel Bekker para os textos de Aristóteles. P. ex., para as passagens seguintes da Retórica  (capítulo II, parágrafo 1, passagem 1378 a, linhas 19-20) e da Metafísica(indicada pela abreviatura Met., numa citação feita por PUENTE, Fernando Rey. Os sentidos do tempo em Aristóteles. São Paulo: Loyola, 2001, p. 69):

“As paixões, pelas perturbações que provocam, modificam os juízos” (Retórica, II, 1, 1378 a 19-20).

Discorrendo sobre a irregularidade do acidente, Aristóteles afirma que “nem sempre, nem na maior parte dos casos o branco é músico, mas desde que em um momento qualquer ele se torna [músico], [então] ele o será por acidente” (Met. 1027 a 11-12).

- A indicação de partes, proposição, corolários etc., para textos de Spinoza. P. ex., , para a Ética, Parte II, Proposição 40, Escólio  2 (citada em destaque e, por hipótese, com referência indicada em rodapé):

Além desses dois gêneros de conhecimento, há ainda um terceiro, como o mostrarei a seguir, a que chamaremos ciência intuitiva. Este gênero de conhecimento procede da idéia adequada da essência formal de certos atributos de Deus para o conhecimento adequado da essência formal das coisas.(17)

_____
(17)  E2 P40 S2.

 

- Parágrafos ou aforismos para textos de Hegel, Nietzsche, Pascal etc., conforme os exemplos a seguir:

Para o parágrafo 24 dos Princípios da Filosofia do Direito (FD), de Hegel:

“A vontade é universal, porque nela estão suspensas toda restrição e toda singularidade particular [...]” (FD, § 24).

Para o fragmento dos Pensamentos, de Blaise Pascal, que, na edição Lafuma ganha o número 713 e, na edição Brunshwicg, o número 4, há a opção de uma  dupla referência:

“Zombar da filosofia é, na verdade, filosofar” (Br 4, La  713).


6. Ao final do artigo deve-se acrescentar as REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS, conforme os modelos a seguir:

 

6.1 Livro:
LARRAURI, Maite; MAX. La felicidad según Spinoza. València: Tàndem, 2003.

 

6.2 Artigos em periódicos:
DUTRA, Delamar José Volpato. O grande desafio da ética contemporânea: universalidade das regras e particularidade das ações. Dissertatio, Pelotas, n. 10, p. 75-96, 1999.

 

6.3 Livros Organizados ou Coletâneas:
TATIÁN, Diego (Comp.). Círculo Spinociano de la Argentina - Spinoza: Segundo Coloquio. Córdoba (Arg.): Altamira, 2006.


6.4 Capítulo de livros sem autor específico:
DELEUZE, Gilles. Spinoza e as Três Éticas. In: _____. Crítica e Clínica. Tradução de Peter Pál Pelbart. 1. ed. Rio de Janeiro: 34, p. 156-170, 1997. (Coleção Trans).

 

6.5 Capítulos de livro com autor específico:
SCHAUB, Marianne. Espinosa ou uma Filosofia Política Galilaica. In: CHÂTELET, François. (Org.). História da Filosofia. Tradução de Alexandre Gaspar et al. Lisboa: Dom Quixote, p. 123-154, 1981. 4 v.

 

6.6 Textos consultados na Internet:
BAYLE, Pierre. Spinoza. In: Dictionnaire Historique et Critique. Quatrième édition, Amsterdã: P. Brunel, 4 v.,  1730. Disponível em: <http://www.lib.uchicago.edu/efts/ARTFL/projects/dicos/BAYLE/search.fulltext.form.html>. Acesso em 04 jan. 2009.


6.7 Prefácio e outras partes com autor específico:
KOYRÉ, Alexandre. Prefácio e Notas. In: SPINOZA, B. Tratado da Reforma do Entendimento. Edição Bilíngüe Latim-Português. Tradução de Abílio Queirós. Lisboa: Edições 70, p. 11-19, 1987. (Textos Filosóficos).

 

 

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