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Projetos de Pesquisa

 

PROJETOS E GRUPOS DE PESQUISA

 

Atualmente, existem sete Grupos de Pesquisa (cadastrados no Diretório de Grupos de Pesquisa do CNPq) e cinco Projetos de Pesquisa (aprovados pela Câmara Superior de Pesquisa da UECE, com financiamento das agências de fomento à pesquisa) ligados ao nosso programa. Abaixo, colocamos um pequeno quadro com nome dos Grupos de Pesquisa e seus líderes, com links (no nome dos Grupos) para suas respectivas páginas eletrônicas no site do CNPq. Em seguida, apresentamos os títulos, descrições , integrantes e financiamentos dos Projetos de Pesquisa ora em andamento.

 

 

GRUPOS DE PESQUISA

 

 

 

LíderGrupo de Pesquisa
Eduardo Jorge Oliveira TriandópolisMetafísica
Emanuel Angelo da Rocha FragosoA questão da liberdade na Ética de Benedictus de Spinoza
Emanuel Angelo da Rocha FragosoA fundamentação política em Benedictus de Spinoza
Jan Gerard Joseph ter ReegenFilosofia Medieval
João Emiliano Fortaleza de Aquino Dialética e Teoria Crítica da Sociedade 
Maria Terezinha de Castro CalladoWalter Benjamin e a Filosofia Contemporânea 
Marly Carvalho Soares Ética e Direitos Humanos 

 

 

PROJETOS DE PESQUISA

 

 

Tradução do texto Ensaio Sobre o Entendimento Humano (An Essay Concerning Human Understanding) de John Locke


Descrição
: O An Essay Concerning Human Understanding, de John Locke, representa um progresso em confronto com os textos precedentes, contrapondo-se ao pensamento racionalista cartesiano fundamentado nas idéias inatas de cunho idealista, tão vigente na filosofia européia do continente no século XVII. Nosso objetivo com o presente trabalho é apresentar uma introdução geral ao texto de Locke, enquanto marco na fundamentação do empirismo inglês, com ênfase no processo lockeano de aquisição da verdade, conforme descrito no capítulo I do Livro I do seu ensaio, que tem como intenção maior negar que haja princípios inatos. Locke, em seu ensaio, propõe uma teoria do conhecimento, afirmando a importância da experiência sensível, ou empírica, na qual residiria, em última instância, todo o saber humano. Segundo ele, conforme descrito no parágrafo 15 do capítulo I, o processo de aquisição das verdades inicia-se quando os sentidos apreendem as idéias particulares, preenchendo o receptáculo até então vazio do entendimento humano, que, familiarizando-se pouco a pouco com algumas dessas idéias, as aloja na memória e lhes dá um nome. Posteriormente, a mente, dando prosseguimento ao processo, as vai abstraindo, apreendendo gradualmente o uso dos nomes gerais. Portanto, uma vez descrito o procedimento empírico possível de aquisição da verdade, torna-se desnecessário buscar outros procedimentos.

Integrantes: Flora Bezerra da Rocha Fragoso, Jane Honorato de Aquino, José Expedito Passos Lima, Marsana Kessy Araújo Lima, Emanuel Angelo da Rocha Fragoso (Coordenador).
Financiador(es): Mestrado Acadêmico Em Filosofia (Cooperação), Revista Conatus - Filosofia de Spinoza (Cooperação), Iniciação Científica Universidade Estadual do Ceará (Bolsa).

 

A questão da Liberdade na ÉTICA de Benedictus de Spinoza
 
Descrição: O presente Projeto tem por objeto o conceito de Liberdade na Ética de Benedictus de Spinoza e se propõe à análise de sua definição, tanto para a coisa finita, quanto para a coisa infinita, bem como expor a problemática de sua aplicabilidade ao homem, enquanto coisa finita, ou enquanto modos pelos quais os atributos de Deus se exprimem de maneira certa e determinada (E1P25C). A tese principal a ser defendida consiste em vincular o método, ou melhor, a ordem geométrica adotada por Spinoza na Ética, à potência do entendimento e seus gêneros de conhecimento, considerando-a como necessária e indispensável na constituição da obra. A Ordine geometrico demonstrata, enquanto determinante da exposição, desenvolvimento e demonstração dos temas abordados, se constitui num verdadeiro exercício potencializador do entendimento finito, que, enquanto parte do entendimento infinito, vai galgando como que por degraus, os gêneros de conhecimento, aumentando gradativamente e ininterruptamente sua capacidade de afeto, possibilitando a superação da questão da liberdade que a rigor aplica-se somente à substância , ao aproximar o homem da divindade pelo amor intelectual de Deus e pelo conhecimento das leis da natureza, às quais estão indissoluvelmente ligados. A ordem geométrica utilizada por Spinoza em sua obra maior, a partir da hipótese das três Éticas proposta por Gilles Deleuze, relaciona a Ética dos escólios, dos corolários, dos apêndices e das introduções, a Ética das proposições e das demonstrações, a Ética da Parte 5, aos três gêneros do conhecimento e suas respectivas formas de expressão, conforme descritos na Ética: o primeiro gênero, dos signos e dos afetos; o segundo, das noções comuns ou conceitos e o terceiro, das essências ou dos perceptos, respectivamente. 
Integrantes: Maria Tereza Mendes de Castro, Isabel Maria Pinheiro Arruda, Daniel Santos da Silva, Daniel Figueiredo de Oliveira, Flora Bezerra da Rocha Fragoso, Jefferson Alves de Aquino, Jean Pierre Gomes Ferreira, Elainy Costa da Silva, Karine Vieira Miranda Maciel, Meiry Ellen de Souza Nascimento, Ravena Olinda Teixeira, Débora da Silva Paula, Érika Belém Oliveira, Emanuel Angelo da Rocha Fragoso (Coordenador).
Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (Bolsa), Fundação Cearense de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico (Bolsa) e Universidade Estadual do Ceará (Bolsa).

 

A teoria crítica da sociedade capitalista nas Passagens de Walter Benjamin

 

Descrição: Associada ao Grupo de Pesquisa Dialética e Teoria Crítica da Sociedade, a pesquisa pretende realizar uma leitura do Passagen-Werk, do filósofo alemão Walter Benjamin, com vistas à apreensão e articulação sistemática da teoria crítica benjaminiana da sociedade produtora de mercadorias, tal como esse pensador a concebe, com base na experiência social dos anos 30 do século passado, em seus estudos do capitalismo na segunda metade do século anterior. Embora esta tenha permanecido inacabada, da pesquisa de Benjamin nos restaram, além dos vários ensaios publicados nos anos 30, dois exposés (planos sistemáticos, de 1935 e 1939) do que seria o livro definitivo e as notas e materiais , que somam cerca de 3.500 fragmentos, que compõem, com aqueles, o Passagen-Werk. Com base no conceito marxiano de reificação, conceito este que Benjamin reivindica como fundamento de seus estudos sobre o capitalismo do século 19, a presente pesquisa pretende compreender e articular a concepção benjaminiana da sociabilidade burguesa tomando como centro as categorias de imagem onírica e fantasmagoria . A concepção social crítica de Benjamin, centro de sua filosofia social e política, bem como de sua filosofia da história, ainda que apresentada de modo sumário nos dois exposés e parcialmente nos ensaios redigidos e/ou publicados em vida (particularmente em A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica, Paris do Segundo Império em Baudelaire e Sobre alguns temas em Baudelaire) carece de uma articulação sistemática se se tem em vista o caráter inacabado da redação do livro definitivo e a existência das notas e materiais , que lhe serviriam de base. Deste modo, a pesquisa intenciona chegar a compreender sistematicamente a teoria crítica da sociedade que, presente nesses escritos, permanece fragmentária, pois não chegou a ganhar, por parte de Benjamin, uma apresentação acabada, em razão de sua prematura morte em 1940.

Integrantes: Abrahão Antonio Braga Sampaio, Ilana Viana do Amaral, Estenio Ericson Botelho de Azevedo, Raphael Martins de Martins, Adolfo Pereira de Souza Junior, Ivoneide Fernandes Rodrigues, Alvaro Lins Monteiro Maia, Ítalo Moura Guilherme, Roberto Robinson Bezerra Catunda, Marta Aragão, Paulo Alexandre P. de Miranda, João Emiliano Fortaleza de Aquino (Coordenador).
Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (Bolsa), Fundação Cearense de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico (Bolsa) e  Iniciação Científica Universidade Estadual do Ceará (Bolsa)

 

A lógica Política do Estado de Exceção em Walter Benjamin

 

Descrição: O conceito de política na filosofia benjaminiana não dispensa a crítica ao historicismo fundada na codificação da história nem a idéia teológica ligada ao caráter de revelação em um plano profano, onde se vislumbra a possibilidade de recuperar, na relação entre poder e violencia da instituição jurídica, a decisão soberna.

Integrantes: Viviane Sueli Paixão da Silva, Narcisa Ferreira Lima Rocha, Carmen Lúcia Carlos de Queiroz, Raquel Célia Silva Vasconcelos, Tito Baros Leal de Pontes Medeiros, Milena de Lima Travassos, Manoel Jarbas Vasconcelos Carvalho, Maria Terezinha de Castro Callado (Coordenadora).
Financiador(es): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Bolsa).

 

Hegel e o Direito

 

Descrição: A proposta de uma análise de toda problemática do Direito, por conseguinte, a efetivação da liberdade é oriunda das exigências de um compromisso político em face da crise dos direitos humanos. Tal compromisso nos leva a empreender um estudo a nível de ensaio, tendo como instrumental o pensamento politico de Hegel que exerce uma influência teórica e prática no mundo contemporâneo. A reviravolta historiocêntrica provocada por Hegel tem como pressuposto a retomada da reflexão politica das duas grandes épocas: o pensamento politico clássico e o moderno. A grande tarefa de Hegel é como superar dialéticamente, esses momentos considerados por eles de abstratos: como conciliar o reino das necessidades do reino da liberdade, ou ainda a relação do homem com as coisas, consigo mesmo e com os outros. Eis a interrogação para Hegel, e é na ciência Filosofica do Direito que ele vai reconciliar esses dois momentos através da eticidade.

Integrantes: Franscisco Josivan Guedes Lima, Catarina Laboré Alencar Tavares, Felicia Maria de Sousa Lima, Osmila Vasconcelos Lima Silvestre, Estênio Ericson Botelho de Azevedo, Roberta Bandeira de Souza, Aloizo Gonzaga de Lima, Eracildo Viana Pessoa, Débora Klippel Fofano, Paulo Jorge Barreira Leandro, Thaís Helena Ellery de Alencar, Renata de Freitas Chaves, Marly Carvalho Soares (Coordenadora).

Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (Bolsa), Fundação Cearense de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico (Bolsa) e Universidade Estadual do Ceará (Bolsa).

 

Serviços

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Fone: (85) 3101.2033

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